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Julgamento sobre morte do criminoso George Floyd já dura uma semana

As circunstâncias envolvendo a morte do criminoso negro George Floyd estão sendo objeto de um julgamento pela Justiça de Minnesota. Um dos policiais envolvidos na prisão do criminoso, Derek Chauvin, é acusado de ter causado a morte de Floyd ao usar força excessiva em uma manobra de contenção, com a aplicação do joelho sobre o pescoço de Floyd.

A defesa de Chauvin sustenta a tese de que o criminoso – George Floyd já havia sido preso e condenado por diversas vezes – morreu na verdade devido a uma overdose. O laudo toxicológico aponta que Floyd havia consumido diversas drogas, entre as quais se destacam o fentanil e a metanfetamina.


Resumo do exame toxológico do criminoso George Floyd.

Fentanil é um opióide, um poderoso analgésico utilizado legalmente apenas em casos como câncer, queimaduras graves ou recuperação pós-cirúrgica.

Ilegalmente, o fentanil costuma ser utilizado por viciados, devido ao efeito similar ao da heroína, droga com a qual guarda familiaridade química. Geralmente o fentanil utilizado por viciados é sintetizado em laboratórios ilegais e eventualmente misturado a outras drogas.

Nos últimos anos há uma explosão nos índices de mortes associadas ao uso de fentanil nos EUA. Esta foi a droga responsável pela overdose que matou o cantor Prince. O principal efeito tóxico derivado do abuso de opióides é a diminuição da frequência e da profundidade da respiração, o que pode progredir para apneia.

A autópsia de George Floyd indicou – além da presença das drogas acima – que não houve lesão a traqueia do criminoso (reduzindo o argumento de excesso de força) e que o mesmo já possuia problemas cardíacos severos.

PRIMEIRA SEMANA DE JULGAMENTO: UM RESUMO

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A namorada do criminoso George Floyd confirmou que ambos haviam se abastecido de novos comprimidos de opioide uma semana antes do mártir do movimento negro morrer.

O TRAFICANTE DE FLOYD ERA UMA TESTEMUNHA DA ACUSAÇÃO, MAS SE NEGOU A TESTEMUNHAR

A promotoria do estado de Minnesota, que acusa o policial Derek Chauvin de abuso da força na prisão do criminoso George Floyd, considerou uma boa ideia listar como testemunha de acusação o traficante que costumava vender drogas para o George.

Morries Hall estava com Floyd durante a prisão do criminoso negro, em 25 de maio, mas ele se recusou a testemunhar contra o policial, alegando a “quinta emenda” (direito de permanecer calado para evitar autoincriminação).

CIENTISTA FORENSE TESTEMUNHOU QUE ENCONTROU PÍLULAS COM O DNA DE FLOYD NO INTERIOR DO CARRO DE FLOYD E QUE NA COMPOSIÇÃO DESTAS PÍLULAS HAVIA METANFETAMINA E FENTANIL


McKenzie Anderson testemunhou que havia pílulas no carro de Floyd e que estas pílulas eram compostas de fentanil e metanfetamina. Ela informou que numa primeira inspeção percebeu e fotografou as pílulas, mas não coletou como provas porque as pílulas tinham marcas de laboratório que indicavam um medicamento lícito, mas em uma nova abordagem decidiu coletar a analisar as substâncias e então descobriu que se tratava de uma combinação das duas substâncias.

A cientista informou que é comum que traficantes criem comprimidos de drogas simulando remédios lícitos. Ela informou também que no carro de Floyd havia embalagens abertas e fechadas de Suboxone: um remédio usado para aliviar os efeitos da abstinência em viciados em opióides. Apesar de ser um remédio para tratar a dependência em opiódes, o próprio Suboxone possui opióides em sua composição e o primeiro dos efeitos colaterais descritos pelo fabricante é a dificuldade de respirar.

A NAMORADA DE GEORGE FLOYD INDICOU QUE A “MAMÃE” PELA QUAL GEORGE FLOYD CHAMAVA PODERIA SER ELA E TAMBÉM AFIRMOU QUE A DROGA QUE FOI VENDIDA POR HALL ERA MAIS FORTE DO QUE AS QUE HAVIA CONSUMIDO ANTERIORMENTE

Um dos apelos emocionais sobre a morte de George Floyd é a informação de que ele gritava “mamãe” enquanto agonizava. A namorada de Floyd, Courtney Ross, informou em juízo que “mamãe” era o apelido pelo qual ele a chamava.

No seu depoimento ela confirmou que tanto ela quanto Floyd eram viciados em opioides e que Morris Hall era o traficante dos dois. Ela também indicou que uma semana antes tinha comprado drogas junto com George Floyd, que estas drogas vinham na forma de comprimidos e que as da última remessa eram fortíssimas, a ponto de ela ter pensado que iria morrer quando sentiu os efeitos. Ross era uma testemunha da acusação, e não da defesa do policial.


SUPREMACISTAS NEGROS AMEAÇARAM QUEBRA-QUEBRA CASO O POLICIAL SEJA INOCENTADO

Se os argumentos apresentados pela defesa convencerem o tribunal da ausência de culpa – ou da inexistência de prova de culpa – por parte do policial, deverá haver nova onda de destruição.

Desde a morte do criminoso negro George Floyd inúmeros protestos violentos comandados por supremacistas negros do Black Lives Matter foram realizados nos EUA e no mundo. Alguns deles você pode ver aqui. Ativistas do Black Lives Matter já prometem que se o policial não for condenado haverá nova onda de ataques.


2 comentários

  1. Nunca vi tanto lixo num lugar só. Caralho brother, vc tá em 1500? Pqp, Santa ignorância. Da pra limpar a bunda com as merdas desse site.

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