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Sem nenhuma tradição no esporte, Nova Zelândia pode ganhar ouro no halterofilismo

“Laurel Hubbard fará história nos Jogos Olímpicos de Tóquio”: assim começa um recente artigo do jornal progressista britânico The Guardian sobre um atleta da equipe feminina neozelandeza de levantamento de peso.

Laurel é um pessoa transexual do sexo masculino (“mulher trans”, se você preferir) que compete pela equipe feminina daquele país.

A Nova Zelândia não tem tradição no esporte: o halterofilismo feminino se tornou modalidade olímpica em 2000 e – desde então – o país jamais ganhou uma medalha. Na verdade o arquipélago nunca ganhou medalha em levantamento de peso, seja masculino ou feminino.

Mas, segundo uma fonte entrevistada pelo Guardian, isto pode mudar. Um membro da Federação Internacional de Halterofilismo informou ao jornal britânico que Laurel tem tido ótimos resultados em campeonatos mundiais recentes e também nas competições para Tóquio. Ele disse que, apesar de ter uma idade avançada, Laurel tem genuínas chances de medalha na próxima olimpíada. O transexual foi medalha de prata no Mundial Feminino de Levantamento de Peso em 2017.

EM UMA DE SUAS PRIMEIRAS MEDIDAS, BIDEN ALTEROU LEI DE IGUALDADE DE GÊNERO NOS EUA

Título IX é o nome de uma lei dos EUA que cria uma série de condições para que escolas e universidades do país recebam verbas públicas federais (para fomento a pesquisa, por exemplo). Sua meta anunciada é a de “reduzir o preconceito de gênero no ensino”.

É como se alunos das universidades brasileiras só pudessem receber bolsas Capes e CNPQ se as instituições garantissem algumas medidas como cotas para mulheres ou coisas do tipo.

Uma das primeiras medidas tomadas por Biden em seu governo foi a de alterar a Título IX para que obrigue as escolas e universidades a aceitarem homens transexuais (“mulheres trans”, se você preferir) em suas equipes desportivas femininas e vice-versa.

Os esportes estudantis e universitários são marca importante da cultura dos Estados Unidos, associados ao domínio avassalador que este país tem nos esportes olímpicos: a partir do decreto de Biden, escolas e universidades que não aceitarem “homens biológicos” disputando boxe e taekwondo contra suas alunas serão banidos dos sistemas de financiamento federal à pesquisa e ao ensino.

SAIBA MAIS

https://www.dailywire.com/news/trans-weightlifter-has-a-genuine-chance-for-a-womens-olympic-medal

https://nypost.com/2021/01/22/bidens-trans-order-undoes-decades-of-feminist-progress/

https://naomatouhoje.blog/2018/08/02/como-uma-lei-que-determina-direitos-iguais-entre-homens-e-mulheres-nas-universidades-dos-eua-deu-muito-errado-por-christina-hoff-sommers/

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