Internacional Racismo

Universidade dos EUA remove pedregulho que “ofendia” ativistas negros, entenda

A insanidade identitária que aflige todo o Ocidente nas últimas décadas tem resultados trágicos, que não podem ser minimizados: leis racistas, leis sexistas (1), leis totalitárias que limitam de maneira orwelliana a expressão de ideias e a liberdade de pensamento, demonstrações perversas de violência cometidas por grupos racistas negros contra pessoas pacíficas brancas (2).

Não se pode negar, contudo, que acompanhada da tragédia promovida pelo feminismo, pelo racismo negro, pelo totalitarismo LGBTHDTV+ existem toques cômicos que produzem bons momentos de riso, sobretudo quando você não é o alvo direto da porralouquice.

Como não gargalhar quando se lê que um travesti processou esteticistas especializadas em depilação vaginal depois que elas se negaram a depilar o saco escrotal feminino dele? (3) Como não dar uma risadinha involuntária com a história de um homem que foi impedido de trabalhar depois que quebrou as regras anti-assédio do Canadá e tratou dos dentes de sua própria esposa? (4).

Claro que ninguém quer estar na pele das mulheres processadas (estas pelo menos foram absolvidas) ou do homem que foi impedido de exercer seu ofício, mas não deixa de ser engraçado saber que leis fomentadas pelo ativismo feminista podem ser tão estúpidas ao ponto de proibir que pessoas adultas iniciem um relacionamento amoroso com outras pessoas adultas com as quais mantenham relação profissional, e até de impedir a esposa de um profissional de saúde de ser atendida por ele, para evitar “o risco de assédio”.

Essa notícia de hoje pelo menos não deixou grandes vítimas (exceto pelo bolso dos pagadores de impostos, que tiveram de arcar com o serviço de locomoção).

O caso é que a Universidade de Wisconsin-Madison cancelou recentemente um pedregulho (5, 6) , sim, uma pedra, um fragmento de rocha que havia sido instalado há quase um século em homenagem a um antigo cientista da universidade. O pedregulho é originário de uma formação geológica rara.

Em 1925, faz tempo para caralho, o Wisconsin State Journal publicou uma matéria sobre a inauguração da homenagem, e nesta matéria a pedra era chamada de “niggerhead”, uma expressão que poderia ser bem traduzida como “cabeça de nego” (em alusão ao formato e cor). Este foi o único momento conhecido em que a pedra foi chamada por este nome: pesquisadores da própria universidade fizeram uma investigação e não encontraram qualquer outro registro em que a pedra fosse chamada desta maneira.

Acontece que ativistas do movimento racista negro da universidade descobriram a reportagem antiquíssima, e – psicologicamente frágeis que são – deu gatilho. Protestaram um pouquinho e a reitoria da universidade, prontamente, acatou o pedido de retirar o pedregulho histórico.

Juliana Bennett, uma das ativistas, disse que “Este momento é sobre os estudantes, antigos e atuais, que incansavelmente defenderam a remoção deste monumento racista. Agora é um momento para todos nós, alunos pertencentes a “minorias raciais”, respirarmos um suspiro de alívio, de nos orgulharmos de nossa resistência e de começarmos a nos curar.”

Coitada da Juliana, portadora de uma saúde mental tão frágil que se abala pelo fato de uma pedra ter sido chamada uma única vez de “cabeça de nego”, há 95 anos.

Tomara deus que ela nunca tenha a ideia de passar férias no Brasil no período de junho. Se conhecer nossas bombinhas explosivas, tão típicas das festas de São João e batizadas com o mesmo nome, a coitadinha não suportará o trauma.

1| https://www.facebook.com/quemlesb/photos/a.853648634998467/1490644051298919/
2| https://naomatouhoje.blog/2021/07/11/black-lives-matter/
3| https://www.facebook.com/quemlesb/posts/1295204967509496
4| https://www.facebook.com/quemlesb/posts/960075191022477
5| https://www.thecollegefix.com/native-american-effigy-mounds-stall-plans-to-remove-racist-rock-at-uw-madison/
6| https://www.foxnews.com/us/racist-rock-university-of-wisconsin-madison

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