Checagem Estatísticas feministas

Debora Diniz bloqueia perfil de Quem? números depois de ter #fakenews sobre câncer desmentida

O perfil da ativista feminista, antropóloga e professora da UnB Debora Diniz não está mais acessível ao perfil de Quem? números no Instagram. O bloqueio feito pela ativista veio logo após a checagem de uma #fakenews sobre a prevalência de homens que abandonam suas esposas após elas serem diagnosticadas com câncer.

Debora afirmou, sem apresentar provas, que 3 em cada 4 maridos abandonam suas esposas após estas serem diagnosticadas com câncer. Com base em diversos estudos publicados em revistas científicas especializadas, esta página demonstrou que a alegação divulgada pela feminista não tem amparo científico: é uma lenda urbana, um boato feminista fabricado e divulgado com a intenção de fomentar o sectarismo com base em sexo.

Um seguidor do Instagram chamou a atenção para o fato de que a marcação feita na postagem, linkando o perfil da feminista, desapareceu. Fui conferir, e de fato havia sido bloqueado pela acadêmica e ativista.

O detalhe não tem muita relevância e demonstra no máximo que a estudiosa não gosta de que as informações falsas que ela divulga na internet sejam conferidas por checadores independentes.

O caso chama mais atenção pelo fato de que a própria Debora Diniz, que usa suas redes sociais como meio de divulgação – também – de seu trabalho como pesquisadora da Universidade de Brasília já moveu um processo contra o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub alegando exatamente que as funções públicas exercidas pelo seu então superior hierárquico não permitiam que ele tratasse suas próprias redes sociais como privadas.

À época, Debora chegou a escrever um artigo para o El Pais, intitulado com uma pergunta retórica: “Por que contestar um bloqueio de Twitter na Justiça?”. Na argumentação, a própria pesquisadora confessa que “todos os dias bloqueia usuários que não quer como plateia”, mas alega que a atividade política de Weintraub era de interesse público.

Bem, eu considero de interesse público a conferência sobre as informações falsas ou verdadeiras divulgadas por uma das mais prestigiadas pesquisadores de uma das mais importantes universidade públicas do país (atualmente “exilada” após – supostamente – ter recebido ameaças de desafetos políticos anônimos), mas não vou processá-la.

Vou pedir apenas para que os leitores deste post que ainda não foram bloqueados pela estudiosa me comuniquem de qualquer alegação estatística suspeita divulgada por ela em suas redes sociais. Eu terei enorme prazer em checá-las.





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