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Assassinatos cometidos por mulheres contra outras mulheres em agosto de 2021, veja alguns casos

O perfil Mulher também mata compartilha, no Facebook, casos de crimes cometidos por mulheres. São centenas de masculinicídios (assassinatos cometidos contra homens por suas parceiras amorosas ou outras parentes), infanticídios e crimes violentos de diversas naturezas.

A intenção do perfil não é demonizar o sexo feminino, mas apresentar um contraponto à narrativa de ódio feminista dominante nos discursos políticos, midiáticos e ideológicos contemporâneos.

O tema “feminicídio” se tornou um dos mantras mais recorrentes do debate público das últimas duas décadas. O que pouco se informa é que uma significativa parcela dos “feminicídios” são cometidos de mulheres contra mulheres.



VEJA ALGUNS HOMICÍDIOS COMENTIDOS CONTRA MULHERES POR OUTRAS MULHERES EM SETEMBRO

A lista não é exaustiva: a página Mulher também mata é mantida de forma amadora por apenas duas pessoas.

É possível que algumas notícias não tenham chegado ao conhecimento dos administradores do perfil. E é possível também que mulheres tenham sido assassinadas por outras mulheres, mas a autoria ainda não tenha sido descoberta (vide último caso relatado neste texto).

BRIGA POR DÍVIDA DE 25 REAIS TERMINA EM MORTE

Darah Moreira Duarte foi espancada por uma outra mulher, no bairro carioca de Cascadura. As agressões aconteceram depois que Darah foi cobrar 25 reais supostamente devidos pela outra mulher, e esta não concordou com a cobrança. A briga foi filmada por transeuntes, a mulher foi levada a uma emergência no bairro vizinho de Madureira, mas não resistiu.

MOTORISTA PERSEGUE MATA MULHER APÓS DISCUSSÃO DE TRÂNSITO

Uma briga entre uma motorista e um motoqueiro cujos nomes não foram informados pela reportagem terminou na morte da mulher que viajava na garupa da moto. A motorista perseguiu a motociclista após uma pequena batida, e então desviou o carro na direção da moto. A mulher que viajava na garupa foi atropelada e morreu na hora, o homem foi internado em estado grave.

A assassina confessou e alegou ter cometido o crime em um “momento de fúria”.

MENINA DE 11 ANOS ESPANCADA ATÉ A MORTE PELA MÃE

O delegado Sérgio Lemos Nassur, da Polícia Civil de São Paulo, relata que a mãe da menina Clara Regina Pereira Santos não demonstrou qualquer arrependimento pelo homicídio – cometido por meio de espancamento – contra sua filha. As agressões contra a menina, cometidas pela mãe, eram frequentes. No dia 24 de agosto, a criança acabou não resistindo.

MENINA DE 2 ANOS É ESPANCADA ATÉ A MORTE PELA MÃE

Uma mulher grávida e mãe de outras duas crianças foi presa pelo espancamento até a morte de uma menina de apenas dois anos de idade, em São Paulo.

BRIGA DURANTE A BEBEDEIRA RESULTA NA MORTE UMA MULHER
Maristela Maria José da Silva, de 28 anos, foi morta a tiros após uma discussão com uma outra mulher, com a qual estava consumindo bebidas alcoólicas. A polícia informa que a vítima era usuária de drogas e havia passagens pelo sistema prisional. Crime aconteceu em Casinhas, Pernambuco.

MULHER MATA MÃE POR MEIO DE ESPANCAMENTO E É PRESA EM FLAGRANTE
Luzia Eccel Vieira foi espancada até a morte pela filha Laura Vieira. A polícia do Espírito Santo chegou ao local logo após o crime, encontrou a assassina ainda com as mãos sujas de sangue. O caso aconteceu na cidade de Baixo Guandu, no interior do estado.

CASO ANTIGO ELUCIDADO EM AGOSTO

Um caso acontecido em dezembro do ano passado resultou em prisão no começo do mês passado. Como informado no começo deste post, assim como acontece com os crimes cometidos por homens, muitos crimes cometidos por mulheres demoram a ser elucidados ou não chegam a ter a autoria descoberta pela polícia, não entrando – por isso – nas estatísticas.

Neste caso uma mulher foi esfaqueada pela namorada. Ficou trancada por 3 dias na casa onde as duas viviam. Quando a agressora percebeu que a vítima estava piorando muito debilitada, chamou um Uber e pediu para que ele levasse a vítima até um hospital. A vítima não resistiu e morreu no dia seguinte.

Inicialmente a assassina disse que a vítima tinha sido agredida por outra pessoa. Após meses de investigação policial, acabou confessando o crime.

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