Liberdade de expressão

Diretor do Minas reconhece que Maurício não é homofóbico, perfil do jogador chega a 2,5 milhões

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Depois da demissão do jogador Maurício Souza, o próprio diretor que tomou a decisão do afastamento do atleta está na mira dos extremistas identitários. Isto porque foi vazado um áudio em que Elói Lacerda de Oliveira Neto reconhece que o atleta não é homofóbico e que sua a decisão de demiti-lo foi meramente resultado da pressão de patrocinadores. Estes, por sua vez, foram pressionados pela turba organizada de ativistas totalitários.

Ele não foi mandado embora porque ele é homofóbico, porque ele não é homofóbico. O que ele falou foi uma declaração pessoal dele. Ele foi mandado embora para a proteção dele. E ele recebeu integralmente o salário dele e a proteção do Minas” teria dito o diretor. Ele também teria dito que “A gente tem que aprender a ser proativo e não reativo. Essas comunidades radicais elas são ativas. Eles foram na presidência da Melitta na Alemanha, eles foram na Fiat em Betim, lá na Itália, tá certo? E nós ficamos literalmente rendidos, tudo o que nós fizemos nós fizemos a gente era de simplesmente derrotados, porque haviam milhares de manifestações contra o Minas, contra o Maurício”.

As informações foram divulgadas pelo Globo Esporte, mesmo portal que emprega os jornalistas Felipe Andreoli e Leonardo Miranda.


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Felipe foi um dos personagens mais comentados da semana passada, depois que postagens suas com conteúdo que ele confessou serem homofóbicos foram destrinchadas de seus perfis sociais logo após viralizar um vídeo em que criticava duramente a “homofobia” de Maurício. Já Leonardo Miranda, ao comentar o caso de Maurício, publicou notícias falsas sobre mortes motivadas por homofobia.

DOIS MILHÕES E MEIO

O perfil do atleta em sua principal rede social, o Instagram, continua crescendo a passos largos. Se no começo da polêmica o jogador tinha menos de meio milhão de seguidores, atualmente o jogador tem dois milhões e meio de usuários interessados em acompanhá-lo. Ativistas totalitários acusam o atleta de ter pretensão política e parecem, paradoxalmente, estar empenhados em converter tal suposta pretensão em fato consumado.



Os ataques totalitários sobre uma postagem em que apresenta uma vaga crítica à sexualidade do “novo Superman” e a postura de não voltar atrás diante da turba extremista fez o até então pouco conhecido jogador de um esporte não muito popular uma celebridade pública cada vez mais admirada e acompanhada como inspiração por pessoas comuns que não suportam mais os mandos e desmandos dos limpinhos do Leblon.

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