"racismo" Covid-19

Black Lives Matter ataca restaurante que exigiu comprovante de vacina e promete novos protestos


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O inimigo do nosso inimigo é nosso amigo? Esta é a questão que emerge diante da eclosão – ao menos temporária – de um conflito entre racistas negros novaiorquinos e totalitários pandeminions que dirigem a capital do mundo.

O Black Lives Matter, que durante todo o ano de 2020 foi um dos queridinhos da grande mídia e dos influenciadores da opinião pública (atletas, artistas, jornalistas e bilionários), promete protestos semelhantes aos realizados em função da morte do criminoso negro George Floyd, na maior cidade dos EUA. Segundo os representantes do movimento racista negro na cidade, as normas totalitárias estabelecidas pelo prefeito Bill de Blasio estão afetando desproporcionalmente os moradores negros.

Recentemente um bate-boca entre funcionários de um restaurante italiano e algumas mulheres negras que se negaram a apresentar passaportes vacinais serviu como estopim para que o BLM se manifestasse, denunciando a exigência da comprovação de imunização contra a PesteChinesa-19 como mais uma forma de racismo estrutural. Veja trechos do barraco no vídeo abaixo.



Segundo informações do National Review e do The Examiner, ativistas do Black Lives Matter alegam que as regras draconianas impostas pelo prefeito da Grande Maçã estão sendo usadas como arma contra a população negra, cuja maioria da faixa mais jovem não está vacinada.

Chivona Newsome, cofundadora da divisão da organização terrorista racista em Nova York, disse que “A Lei de Direitos Civis de 1964 proíbe as ações do Carmine (restaurante onde houve a confusão). Diz que é ilegal discriminar você com base em raça” e acrescenta que “Setenta e dois por cento dos negros novaiorquinos de 18 a 44 anos não estão vacinados. Então o que vai proibir a Gestapo, ou melhor dizendo, a polícia de Nova York , de agarrar pessoas negras e arrancá-las de trens e de ônibus?”

Os racistas negros de Nova York já promoveram protesto no interior do restaurante (veja vídeo abaixo), mas a coisa pode se intensificar: “Estamos avisando a esta cidade, que seu mandato não será mais uma prática racista de distância social. Os negros não vão ficar parados, ou você verá outra revolta. E isso não é uma ameaça; isso é uma promessa. O passaporte de vacinação não é um passaporte livre para o racismo.”, disse a líder do movimento

O caso nos remete a outro, acontecido no Ceará, onde uma delegada da Polícia Civil, declarada negra, prestou queixa de racismo depois de ter sido impedida de entrar numa loja de roupas tomando sorvete (e, por conta disto, sem máscara).


Será que os movimentos racistas negros novaiorquinos seguirão a promessa de botar fogo na cidade caso cidadãos negros continuem sendo cobrados em relação às normas totalitárias que afetam todos os moradores? Ou será que a questão será pacificada e esquecida com a transferência de mais alguns milhões de dólares da Open Society para os líderes do movimento?

É esperar para ver.


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